DIGITALIZAÇÃO E O MEIO AMBIENTE

O desafio das empresas é gigante de há anos esta parte em várias frentes, em particular no que à transformação digital diz respeito e a tudo que lhe está associado. O consumo de papel entra nesta equação e retirá-lo do ambiente empresarial pode parecer tão assustador como irrealista, mas é um caminho a percorrer e uma abordagem equilibrada pode ser a solução. 
 
Todos os negócios e setores têm particularidades que fazem variar a necessidade de impressão em papel, que juntamente com a cultura da empresa, determinam o volume que consomem. É porem vital definir uma política empresarial na abordagem ao tema, que muito estará ligada a uma Política de Responsabilidade Social ou Ambiental a definir e implementar, permitindo quantificar resultados em torno da sustentabilidade. 
 
A desflorestação afeta gravemente as florestas naturais do planeta, mas na Europa, apesar do flagelo dos incêndios, a área florestal aumentou 17 milhões de hectares entre 1990 e 2015. Segundo a Agência Europeia do Ambiente, mais de metade deste crescimento deve-se a novas plantações florestais, fornecedoras da madeira usada na produção da pasta de papel.  
 
São as próprias empresas do setor que plantam as árvores e gerem os terrenos, em ciclos de 30 a 40 anos. “A indústria moderna de papel não utiliza madeira proveniente de florestas naturais. A matéria-prima resulta de árvores plantadas especificamente para esse fim”, sublinha Luís Veiga Martins, diretor-geral da CELPA – Associação da Indústria Papeleira, da qual fazem parte a Navigator, a Altri e a Renova. “Quando se utiliza papel”, reforça, “está-se a dinamizar a plantação de árvores” e a aumentar a quantidade de carbono sequestrado à atmosfera, reduzindo-se a concentração de gases com efeito de estufa, responsável pelas alterações climáticas. 
 
“Em Portugal, o fabrico de papel não implica a diminuição da área florestal”, reconhece Domingos Patacho, da Quercus, a associação ambientalista que nasceu, em 1985. 
 
O papel é um recurso não fóssil, sustentável e renovável que apesar de todos os esforços na redução, reciclagem, novos métodos de produção e reflorestação, está no centro da transformação digital, cuja utilização tem fortes impactos financeiros e ambientais na vida das empresas e do mundo. Uma abordagem mais responsável e equilibrada, parece ser o caminho mais próximo a percorrer e com expectativa de melhores resultados como demonstram, de acordo com os dados mais recentes do Eurostat, referentes a 2016, os países da União Europeia reciclam 85% dos resíduos de papel, enquanto os de plástico e os eletrónicos não chegam a metade (42% e 41%), apesar de ambos terem estabelecido novos máximos.  
 
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• Imprima em modo duplex; 
• Evite a impressão de e-mails; 
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